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Tudo sobre Gustavo Petro

Colombianos deportados dos EUA relatam pesadelo de imigração em retorno ao lar

Cerca de 200 colombianos deportados pelos Estados Unidos chegam a Bogotá, trazendo relatos de condições desumanas, referindo-se a sua experiência como um verdadeiro 'pesadelo americano'. Os deportados, após mês envolvendo um crise diplomática entre Colômbia e EUA, resultaram em voos militares levando-os de volta ao seu país. Durante a detenção, alguns foram algemados e sofreram com alimentação inadequada. O presidente colombiano, Gustavo Petro, exigiu um tratamento mais digno para os repatriados, enquanto o governo colombiano anunciou medidas de reintegração. Imigrantes destacam os traumas vivenciados durante o processo de deportação e detenção.

Colômbia recebe primeiros deportados dos EUA sem algemas e dignamente

O primeiro voo com colombianos deportados dos EUA chegou à Colômbia, marcando o fim de uma crise diplomática com o governo de Donald Trump. O presidente colombiano, Gustavo Petro, que anteriormente se opôs à recepção de deportações em aviões militares, celebrou a chegada dos deportados como digna e sem algemas. Após tensão entre os dois países, que envolveu ameaças de tarifas e sanções, as partes chegaram a um entendimento com a Colômbia aceitando os voos desde que os deportados fossem tratados com dignidade e respeito. A situação reflete desafios na política migratória da região.

Presidente da Colômbia anuncia rompimento com Israel devido às ações na Faixa de Gaza

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, anunciou em 1º de maio de 2024 o rompimento das relações diplomáticas com Israel, em razão das ações do país na Faixa de Gaza. Em discurso durante manifestação em Bogotá, Petro chamou o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu de genocida. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, reagiu chamando Petro de antissemita. O rompimento ocorre em meio a uma guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, com um elevado número de vítimas. Petro havia solicitado juntar-se à acusação de genocídio praticado por Israel em Gaza na Corte Internacional de Justiça, afirmando que a humanidade não pode ficar passiva diante dos eventos em Gaza.

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